a passagem do velho para o novo. poder-se-ia imaginar uma tranqüila transição entre gerações, mas não se deve fazer uma transição sem que ela não demonstre uma grau de maturidade maior. o velho perece, quase desaparece e o novo surge não apenas imponente, mas como o grau máximo da sua época, um alienígena que aterrissa no jardim e que não poderia aterrissar em outro lugar.
– eu, escrevendo para a aula de seminário sobre rearquitetura